Linguagem[+]

sábado, 30 de abril de 2016

Mais uma obra - Romance.

    
Tenho o prazer de anunciar que mais uma obra foi editada eletronicamente para e-Books, computadores e similares pela plataforma Amazon no endereço abaixo:


Trata-se de um romance com a seguinte descrição:


As Armas, e Alma do Poeta, é um romance narrando a vida de um poeta campeão de tiro ao alvo do Exército Brasileiro, que em um assalto à mão armada, na festa de bodas matrimoniais dos pais, executa dois marginais e mata, por engano, seu primo faroleiro que estava no meio, tentando ajudá-lo. A partir disso, ele resolve provocar a sua autopunição e começa uma aventura cheia de mistérios, ações e trapalhadas que obriga o irmão a lhe socorrer. Ao longo de toda a narrativa, o personagem se mantém em incursões perigosas, não deixando a diversão de lado. No instante em que sofre, agradece a Deus e compõe poemas. Abandona a família, a sua empresa de engenharia e se lança ao mundo, tentando punir-se pelo sofrimento. Embarca em navio de bandeira oriental, onde, como clandestino, é forçado a executar trabalhos, desde operações de engenharia náutica à tarefas exaustivas de gelador de pescados. E para sobreviver da morte, bem como salvar um amigo de bordo, engendra um plano para afundar a nave, e sofrendo o naufrágio próximo à ilha em que seu primo assassinado era faroleiro, tenta substituí-lo nas funções do farol, local este, em que em data remota, piratas deixaram escondido um enorme tesouro, o qual ele o encontra e não usufrui da fortuna por princípios. Acaba se envolvendo com uma índia, mas sua paixão real era pela secretária de seu advogado, com quem se casa e torna-se exímio compositor de belos poemas e letras de fados em Portugal, onde inesperadamente, é homenageado como poeta revelação, graças ao grande empenho de sua amada.  


Demais trabalhos do autor na plataforma Amazon

quarta-feira, 27 de abril de 2016

A LUA DO RIOZINHO DA PRAIA DO CAMPECHE

    



Ator: Laerte Tavares


Ah essa Lua inteiramente cheia
E arisca, atrás das altas galharias,
Pincela o ar de argentas cores frias,
Mas meu tesão, a danada incendeia.


E correm chamas pela minha veia
Louca ou poética, cujas poesias
Falam de sexo, amores, orgias
E até de adúltera parceria alheia.


A Lua faz meu ser cão, em clamor,
Uivar à fêmea, sedento de amor,
Numa cobiça àquela que vai nua


Por trás das galharias, sem pudor
E esquiva. Mas meu ser trovador,
Compõe um verso de amor para Lua.

terça-feira, 19 de abril de 2016

O ALENTEJANO

Em noite de feroz inspiração, o poeta foi passear pelo campo e, topando com um alentejano que contemplava o luar, disse-lhe:

- És um amante do belo! Acaso já viste também os róseos-dourados dedos da aurora tecendo uma fímbria de luz pelo nascente, ou as sulfurosas ilhotas de sanguíneo vermelho pairando sobre um lago de fogo a esbrasear-se no poente, ou as nuvens como farrapos de brancura obumbrando a lua, que flutua esquiva, sobre um céu soturno?

- Ultimamente, não!... respondeu o alentejano pasmado. Há mais de um ano que não me meto nos copos!!..

Autoria: DJ


terça-feira, 12 de abril de 2016



Eu só constatei - sem prosa ou versos e nem estou no "nós versus  eles" -


Estudantes de Coimbra, exigindo a cassação do título honoris causa
http://polibiobraga.blogspot.com.br/2016/03/estudants-de-coimbra-querem-cassar.html